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Últimos comentários

  • anaandrade89 comentou a entrada "As Coisas Que Fazem Falta" à 16 anos 10 meses atrás

    Olá Patrícia!

    Em primeiro lugar, obrigada pelo comentário, e por teres partilhado a tua experiência, não te preocupes não é uma maçada partilhar com os outros aquilo que pensamos, ou que já aprendemos, pelo contrário, isso é muito bom e até pode ser útil para outras pessoas.

    Realmente eu defendo a integração numa escola oficial, exactamente por tudo o que dizes, assim conhecemos outras pessoas, e aprendemos outras realidades. Eu apenas frequentei escolas oficiais, e sinceramente acho que não gostava que tivesse sido de outra forma.

    Cumprimentos!

    Ana Andrade

  • anaandrade89 comentou a entrada "Reflexão" à 16 anos 10 meses atrás

    Olá!

    Muito prazer!

    Pois é como eu digo, ninguém gosta de ouvir esses comentários na rua, há-de vir o dia em que a sociedade consiga olhar para uma pessoa com limitações sem fazer qualquer comentário.

    Cumprimentos!

    Ana Andrade

  • brunofoliveira comentou a entrada "Reflexão" à 16 anos 10 meses atrás

    Parabens e esse teu texto.. tu escrevi o texto bem... Sou o Bruno Francisco Correia de Oliveira e tenho 25 anos. Eu tenho algumas dificuldades económicas, acrescidas aos meus problemas motores e de fala, devido à paralisia cerebral que tenho. Eu andar A minha companheira (cadeira de rodas) á rua.. Nao gosto de ouvir coitadinho! o meu msn: bruno.oliveira.22@hotmail.com!

    Espera a tua reposta!

    Beijinhos

  • . comentou a entrada "PME não empregam deficientes" à 16 anos 10 meses atrás

    Esta criação de subsídios para culmatar a perda de produtividade dos deficientes sempre me causou alguma estranheza. Acho que também é uma forma de discriminação, pode ser positiva para o deficiente, mas é discriminação. Ora, sejamos práticos: se o governo vai atribuir um subsídio para insentivar a empresa a empregar deficientes que produzem menos, não é mais útil empregar uma pessoa sem deficiência. Afinal o objectivo da empresa é produzir ou fazer caridade?
    Concordo que se dê emprego a pessoas com deficiência, mas não me parece coerente culmatar uma discriminação com outra. Penso que a verdadeira sensibilização deve passar sim pelo esclarecimento dos empresários, pela escolha de funções que possam ser tão bem desempenhadas por determinado deficiente como por um não deficiente e não por pagar aos empresários para fazerem o favor de empregar um coitadinho.
    No meu caso, quando fui trabalhar para determinada empresa que foi financiada pelo governo para me empregar, ouvi o seguinte discurso do director: "Você vem trabalhar para cá porque é do nosso einteresse empregar uma pessoa com deficiência". Eles no momento nem precisavam dos meus serviços mas fazia-lhes jeito pelo que iam receber e para darem uma imagem de bondade para o exterior. Claro que eu fiquei a ganhar, mas isso está correcto?
    Pensem nisso!

  • Hudson comentou a entrada "Novo site para cadastrar currículos e vagas de emprego" à 16 anos 10 meses atrás

    Existe o SIVC ( Sistema Integrado de Vagas e Currículos para Pessoas com Deficiência), que é um sistema integrado de bases de dados e serviços, com acesso gratuito pela Internet, onde pessoas com deficiência podem, com facilidade, disponibilizar e atualizar seus currículos, além de consultar vagas de trabalho colocadas pelas empresas, também em espaços gerenciados por elas.
    Para acessar o SIVC clique em http://www.selursocial.org.br/.

  • Marcio Paladino comentou a entrada "Dica para fazer uma agenda prática utilizando-se o Word " à 16 anos 10 meses atrás

    Caro Célio,quero muito um modelo de sua agenda,pois pretendo emplanta-la aqui na minha Igreja pra termos ainda mais organização nos eventos da mesma.
    Desde ja agradeço a sua atenção

    marcio pontes

  • aldinha comentou a entrada "PROBLEMAS NAS RELAÇÕES FAMILIARES OU NO NAMORO, QUE ENVOLVAM A DEFICIÊNCIA VISUAL" à 16 anos 10 meses atrás

    não podia estar mais de acordo com a tua exposição, realmente temos que arrostar as dificuldades que estão ao nosso redor com muita pertinácia, obstinação, até porque a nossa força de carácter, personalidade vincada terá um forte impacto nos outros e ganhará o seu respeito, mesmo que não o dêem a entender.

  • aldinha comentou a entrada "PROBLEMAS NAS RELAÇÕES FAMILIARES OU NO NAMORO, QUE ENVOLVAM A DEFICIÊNCIA VISUAL" à 16 anos 10 meses atrás

    realmente é assim como referiram nos comentários precedentes, a mais potente segregação emana das próprias famílias dos deficientes, umas vezes por receio de que algo de mal aconteça aos deficientes, outras por serem produtos de uma cultura discriminadora, mas o super-protecionismo é a causa que mais afecta e corta as asas, pois para que a família, mormente os pais se sintam seguros incorrem numa proteção desmedida que trunca por completo as asas, ou seja cercea a possibilidade de uma vida independente e de auto-realização sem grilhetas de familiares, depois estas amarras que vêm da família extrapolam na outra parte da sociedade que é uma réplica da nossa. isto de ser deficiente é duro, não se limita a carregar este fardo por uma vida mas também suportar os preconceitos dos outros, que são preconceitos do nosso entorno...

  • Isabel Lopes comentou a entrada "PROBLEMAS NAS RELAÇÕES FAMILIARES OU NO NAMORO, QUE ENVOLVAM A DEFICIÊNCIA VISUAL" à 16 anos 10 meses atrás

    Cara Ana, quero agradecer-lhe muito as palavras que me dedicou, são sábias e verdadeiras, o pior é quando a força não parte de nós, quando somos os primeiros a duvidar de nó´s, mas depois de partilhar aqui um pouco da minha vida tenho que admitir que me sinto mais forte e só por isso obrigada a todos os que me têm apoiado.
    Eu prometo aqui perante tanta gente que visita este blog que vou tentar ser forte, enfrentar a fammília e defender aquilo em que acredito, não posso passar a vida como uma pena que o vento leva para onde está virado.
    Obrigada a todos.

  • Sérgio Gonçalves comentou a entrada "PROBLEMAS NAS RELAÇÕES FAMILIARES OU NO NAMORO, QUE ENVOLVAM A DEFICIÊNCIA VISUAL" à 16 anos 10 meses atrás

    Sérgio GonçalvesAna, concordo em pleno no que dizes, são palavras mais do que verdadeiras, mas que em muitos casos não dá muito geito nas nossas vidas.
    Tal como a Isabel, também eu estou a levar pancada de todo o lado, embora não por questões amorosas, mas profissionais, e se por um lado concordo que temos de ser nós a sermos fortes para ultrepassar, não é menos verdade que em determinados momentos a vontade é chutar tudo para o alto.
    Percebo muitíssimo bem a Isabel e os seus problemas, e o que lamento profundamente, é que seja no seio familiar que em muitos casos se vivem os maiores problemas no que diz respeito aos deficientes.
    Talvez em determinadas famílias se viva mesmo a mais pura discriminação.
    Cumprimentos a todos, e muita força para quem dela tanto precisa.
    Sérgio

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